
Live dia 14.02.2025 às 20 horas para divulgar e tirar dúvidas sobre o software livre Biblivre, utilizado para catalogar e organizar bibliotecas.
📚 O Curso de Biblivre com Nelson Oliveira ontem foi maravilhoso e você já pode se inscrever na Turma 2!
3 horas de um rico conteúdo para você dominar o Biblivre! 🚀
Quando será? 20 de fevereiro de 2025, das 19h às 22h (hora de Brasília) | 100% online, ao vivo e com gravação disponível por 2 anos!
Clique aqui: https://sun.eduzz.com/801VR53R97?cupom=DESCONTOSUPERESPECIAL
👉 Aprenda do zero ou aprofunde seu conhecimento no Biblivre, o software gratuito que facilita a gestão de acervos bibliográficos. Resolva as suas dúvidas AO VIVO!
📝 Conteúdo Programático
Instalação – Configure o Biblivre sem complicações
Configuração – Personalize o sistema para atender às necessidades da sua biblioteca
Entrada de Dados – Organize o acervo com agilidade e precisão
Relatórios – Gere dados estratégicos com facilidade
Etiquetas – Aprenda a criar etiquetas práticas e profissionais
Tira-dúvidas
💥 INVESTIMENTO INACREDITÁVEL! Apenas R$ 37,00 no Lote Especial 1!
⚠ Vagas Limitadas! Não deixe para depois e corra o risco de ficar de fora. 🔗 Garanta sua vaga agora e dê um salto na sua carreira! Clique e acesse o link agora!
Nelson Oliveira, vai ensinar passo a passo como instalar, configurar e explorar todas as funcionalidades do sistema.
Clique aqui e saiba mais:
https://sun.eduzz.com/801VR53R97?cupom=DESCONTOSUPERESPECIAL
DeepSeek e uma IA (Inteligência Artificial) chinesa que apareceu nos noticiários internacionais por conseguir bons resultados com baixos investimentos,
Resolvi fazer um teste simples na área da biblioteconomia, mas é claro que fica mais fácil classificar quando o título representa bem o assunto do livro.
Pergunta:
Classifique na Classificação Decimal Universal o livro Eventos, ferramenta de sustentação do terceiro setor e crie o numero cutter-saborn para a autora Antonia Marisa Canton
Resposta:
A Classificação Decimal Universal (CDU) é um sistema de classificação bibliográfica que organiza o conhecimento em diferentes áreas. Para classificar o livro “Eventos, ferramenta de sustentação do terceiro setor”, é necessário identificar o assunto principal e atribuir a notação correspondente.
O livro trata de eventos como ferramentas de sustentação para o terceiro setor, o que pode ser relacionado à área de *Ciências Sociais, mais especificamente ao tema de *Organizações sem fins lucrativos (Terceiro Setor) e Eventos. Uma possível classificação na CDU seria:
Portanto, uma classificação possível para o livro seria: 334.7:394.2.
Quanto ao número Cutter-Sanborn para a autora *Antonia Marisa Canton, ele é criado a partir das primeiras letras do sobrenome do autor, seguido por um código numérico que ajuda a organizar os livros em ordem alfabética. Para o sobrenome **Canton, o número Cutter-Sanborn poderia ser *C16 (o número exato pode variar dependendo da tabela Cutter-Sanborn utilizada).
Assim, a classificação completa ficaria:
CDU: 334.7:394.2
Cutter-Sanborn: C16
Caso precise de uma classificação mais precisa ou específica, é recomendável consultar uma tabela completa da CDU e do Cutter-Sanborn.
Análise:
Não fica claro qual a edição da CDU foi utilizada, mas comparando com a CDU online do IBICT, teriam classificações mais precisas. O Cutter-Sanborn está errado, pois na maioria dos sobrenomes são sempre 3 números, o correto para Canton seria C232.
A IA pode auxiliar para encontrar de forma “rápida” uma classificação, mas a análise do bibliotecário ainda é necessária, principalmente para adequar de acordo com o acervo e público que atendido.
A música “O samba do bibliotecário” foi criado com o aplicativo Suno.com.
Não foi possível editar a letra, o pedido foi: criar um samba valorizando a profissão de bibliotecário.
Lei de Universalização das Bibliotecas Escolares:
Uma Análise Detalhada
1. Transferência de Recursos para Infraestrutura e Acervos Diversificados:
A União repassará recursos aos estados e municípios para:
• Melhorar a infraestrutura das bibliotecas escolares: construção, reforma,
ampliação e modernização.
• Ampliar e diversificar os acervos: livros, materiais didáticos, periódicos,
audiovisuais, recursos digitais e outros materiais que atendam às necessidades
dos alunos e professores.
A União deverá transferir recursos aos estados e municípios para melhorar a
infraestrutura das bibliotecas;
De modo que os acervos das bibliotecas escolares não mais se limitarão a uma
coleção de um livro por aluno.
Isso quer dizer que deverão ser elaborados estudos de usuários e estudos sobre
a comunidade local, para prover uma unidade de informação capaz de servir de
centro cultural, tornando-a instrumento obrigatório e necessário ao
desenvolvimento do processo educativo.
2. Espaços de Aprendizagem e Cultura para a Comunidade:
• As bibliotecas escolares devem ser mais do que depósitos de livros, mas sim
espaços de:
o Aprendizagem;
o Pesquisa;
o Leitura;
o Lazer;
–> Abertas à comunidade.
• Criação de Ambientes acolhedores e adequados ao estudo individual e em grupo, com acesso à:
–> Internet;
–> Computadores;
–> Outros recursos tecnológicos.
3. Normas e Diretrizes para Implementação Eficaz:
• O Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares (SNBE) será responsável por:
Elaborar e acompanhar as políticas públicas para a universalização das
bibliotecas escolares;
• Definir os parâmetros mínimos, através de Instruções Normativas para a:
Instalação física das bibliotecas;
Formação e qualificação dos profissionais (deverá observar os dispositivos das
leis: 9.674/1998 e 4.084/ 1962).
4. Profissionais Qualificados para o Sucesso da Lei:
• A lei reconhece a importância dos profissionais de Biblioteconomia para o bom
funcionamento das bibliotecas escolares.
• As bibliotecas devem ser dirigidas por bibliotecários qualificados,
responsáveis por:
Organização;
Seleção de materiais;
Catalogação;
Referência;
Outros serviços essenciais (incluindo estudos de usuários e estudos da
comunidade).
5. Valorização da Profissão de Bibliotecário:
• A Lei de Universalização das Bibliotecas Escolares deve contribuir para a valorização
da profissão de bibliotecário, reconhecendo seu papel fundamental na formação
de cidadãos leitores e críticos.
• A lei deve garantir a aplicação das leis que regulamentam a profissão de bibliotecário, assegurando os direitos e deveres dos profissionais.
6. Citações das Leis e seus Artigos Relevantes:
• LEI Nº 4.084/62: Dispõe sobre a profissão de bibliotecário e regula seu exercício.
Art. 6º: São atribuições dos Bacharéis em Biblioteconomia, a organização,
direção e execução dos serviços técnicos de repartições públicas federais,
estaduais, municipais e autárquicas e empresas particulares concernentes às
matérias e atividades seguintes:
a) o ensino de Biblioteconomia;
b) a fiscalização de estabelecimentos de ensino de Biblioteconomia
reconhecidos, equiparados ou em via de equiparação;
c) administração e direção de bibliotecas;
d) a organização e direção dos serviços de documentação;
e) a execução dos serviços de classificação e catalogação de manuscritos e de
livros raros e preciosos, de mapotecas, de publicações oficiais e seriadas, de
bibliografia e referência.
Art. 7º Os Bacharéis em Biblioteconomia terão preferência, quanto à parte
relacionada à sua especialidade nos serviços concernentes a:
a) demonstrações práticas e teóricas da técnica biblioteconômica em
estabelecimentos federais, estaduais ou municipais;
b) padronização dos serviços técnicos de biblioteconomia;
c) inspeção, sob o ponto de vista de incentivar e orientar os trabalhos de
recenseamento, estatística e cadastro das bibliotecas;
d) publicidade sobre material bibliográfico e atividades da biblioteca;
e) planejamento de difusão cultural, na parte que se refere a serviços de
bibliotecas;
f) organização de congresso, seminários, concursos e exposições nacionais ou
estrangeiras, relativas a Biblioteconomia e Documentação ou representação
oficial em tais certames.
7. Conclusões e Reflexões:
A Lei de Universalização das Bibliotecas Escolares é um instrumento
fundamental para a:
• Melhoria da qualidade da educação no Brasil;
• Implementação eficaz da lei depende do compromisso de:
o Governos federal, estaduais e municipais;
o Participação da comunidade escolar;
o Atuação qualificada dos profissionais de Biblioteconomia.
Cabendo ao O SNBE a elaboração de instruções normativas, que deverão ser
observadas pelas escolas, a fim de especificar os parâmetros mínimos
funcionais para a instalação física das bibliotecas no âmbito das escolas, bem
como aumentar o quadro efetivo dos respectivos Conselhos Regionais de
Biblioteconomia, para a fiscalização e cumprimento da Lei 14.837/ 2024.
(Texto produzido por marcelofusc@live.com)
LEI Nº 14.837, DE 8 DE ABRIL DE 2024
Altera a Lei nº 12.244, de 24 de maio de 2010, que “dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País”, para modificar a definição de biblioteca escolar e criar o Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares (SNBE).
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º A Lei nº 12.244, de 24 de maio de 2010, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 2º Para os fins desta Lei, considera-se biblioteca escolar o equipamento cultural obrigatório e necessário ao desenvolvimento do processo educativo, cujos objetivos são:
I – disponibilizar e democratizar a informação ao conhecimento e às novas tecnologias, em seus diversos suportes;
II – promover as habilidades, as competências e as atitudes que contribuam para a garantia dos direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos e alunas, em especial no campo da leitura e da escrita;
III – constituir-se como espaço de recursos educativos indissociavelmente integrado ao processo de ensino-aprendizagem;
IV – apresentar-se como espaço de estudo, de encontro e de lazer, destinado a servir de suporte para a comunidade em suas necessidades e anseios.
Parágrafo único. (Revogado).” (NR)
“Art. 3º Os sistemas de ensino do País deverão desenvolver esforços progressivos para que a universalização das bibliotecas escolares, nos termos previstos nesta Lei, seja efetivada no prazo máximo de vigência do Plano Nacional de Educação, aprovado pela Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014.
§ 1º (VETADO).
§ 2º O processo de universalização das bibliotecas escolares de que trata esta Lei será feito mediante a observância do disposto nas Leis nºs 4.084, de 30 de junho de 1962, e 9.674, de 25 de junho de 1998, que dispõem sobre o exercício da profissão de bibliotecário.
§ 3º A União, no exercício da função redistributiva e supletiva prevista no § 1º do art. 211 da Constituição Federal, fornecerá assistência técnica e financeira aos entes federativos para o cumprimento dos esforços progressivos de universalização das bibliotecas escolares referidos nocaputdeste artigo, conforme disponibilidade orçamentária.” (NR)
Art. 2º A Lei nº 12.244, de 24 de maio de 2010, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 2º-A:
“Art. 2º-A Fica criado o Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares (SNBE), com as seguintes funções básicas:
I – incentivar a implantação de bibliotecas escolares em todas as instituições de ensino do País;
II – promover a melhoria do funcionamento da atual rede de bibliotecas escolares, para que atuem como centros de ação cultural e educacional permanentes;
III – definir a obrigatoriedade de um acervo mínimo de livros e de materiais de ensino nas bibliotecas escolares, com base no número de alunos efetivamente matriculados em cada unidade escolar e nas especificidades da realidade local;
IV – implementar uma política de acervo para as bibliotecas escolares que contemple ações de ampliação, de guarda, de preservação, de organização e de funcionamento;
V – desenvolver atividades de treinamento e de qualificação de recursos humanos, para o funcionamento adequado das bibliotecas escolares;
VI – integrar todas as bibliotecas escolares do País na rede mundial de computadores e manter atualizado o cadastramento de todas as bibliotecas dos respectivos sistemas de ensino;
VII – proporcionar, obedecida a legislação vigente, a criação e a atualização de acervos, mediante apoio técnico e financeiro da União aos sistemas estaduais e municipais de ensino;
VIII – favorecer a ação dos sistemas estaduais e municipais de ensino, para que os profissionais vinculados às bibliotecas escolares atuem como agentes culturais, em favor do livro e de uma política de leitura nas escolas;
IX – firmar convênios com entidades culturais, com vistas à ampliação do acervo das bibliotecas escolares e à promoção de atividades que contribuam para o desenvolvimento da leitura nas escolas;
X – estabelecer parâmetros mínimos funcionais para a instalação física das bibliotecas no âmbito das escolas, em atenção ao princípio da acessibilidade, a fim de que se constituam espaços inclusivos.
Parágrafo único. Respeitado o princípio federativo, o SNBE atuará para fortalecer os respectivos sistemas de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.”
Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 8 de abril de 2024; 203º da Independência e 136º da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
(Traduzido pelo Google Tradutor)
Atualização dos Desafios do Livro dos EUA: Edição de 26 de janeiro
Por Phil Morehart / 26 de janeiro de 2024 / Livros Banidos , Geral
Bibliotecas e escolas em todo o país estão a enfrentar níveis sem precedentes de tentativas de proibir ou remover livros das suas prateleiras. I Love Libraries continuará a aumentar a conscientização, destacando as tentativas de censurar os materiais da biblioteca, bem como os esforços de bibliotecários, pais, estudantes e cidadãos preocupados para combatê-los. Este relatório inclui notícias de Iowa, Massachusetts, Virgínia e Texas.
A Associação de Educação do Estado de Iowa (ISEA) apelou aos superintendentes das escolas públicas para devolverem às prateleiras das bibliotecas escolares os livros que foram proibidos e removidos ao abrigo de uma lei educacional de longo alcance que foi suspensa por uma liminar de um juiz federal, relata o Des Moines Register .
O presidente da ISEA, Mike Beranek, fez o pedido por e-mail aos superintendentes de todos os 325 distritos escolares públicos de Iowa em 23 de janeiro. A associação enviou uma carta semelhante a mais de 2.500 líderes sindicais no dia anterior.
Embora a liminar federal permaneça em vigor, “quaisquer livros removidos das salas de aula ou das prateleiras da biblioteca do seu distrito escolar na tentativa de cumprir o Arquivo 496 do Senado devem ser devolvidos”, escreveu Beranek na carta aos superintendentes.
De acordo com o Arquivo 496 do Senado, os distritos escolares de Iowa estão proibidos de receber instruções e currículos relativos à identidade de gênero e orientação sexual até a sexta série, e a maioria dos livros que retratam atos sexuais são proibidos de entrar nas escolas. A lei também exige que os administradores escolares informem o cuidador de uma criança se uma criança solicitar o uso de um nome ou pronomes diferentes.
Duas ações movidas no ano passado em um tribunal federal contestam partes da lei relativas a livros e a proibição de tópicos instrucionais. Como resultado de uma ação judicial, um juiz do Tribunal Distrital dos EUA bloqueou partes da lei relativas a livros e instruções poucos dias antes de as penalidades do Arquivo 496 do Senado entrarem em vigor.
Um livro removido de uma biblioteca de uma escola primária em North Attleborough, Massachusetts, será devolvido às prateleiras após alvoroço da comunidade, relata Boston.com .
O superintendente John Antonucci pediu desculpas pela decisão de transferir Woke: A Young Poet’s Call to Justice para a biblioteca de recursos dos professores da Martin Elementary School, disse ele em um comunicado de 23 de janeiro. Ele disse que a decisão “errou o alvo”.
Woke: A Young Poet’s Call to Justice é um livro de poemas escrito por Mahogany L. Browne, Elizabeth Acevedo e Olivia Gatwood que aborda o ativismo pela justiça social, discriminação, empatia e alegria, e inclui seções sobre tópicos como capacitismo, positividade corporal , igualdade, comunidade e ativismo.
A remoção do livro em maio passado provocou uma grande reação na comunidade e se tornou um ponto de discussão pública depois de ser destaque em uma reportagem do Boston Globe sobre a proibição de livros em todo o estado.
Estudantes de diversas escolas de um condado da Virgínia saíram em protesto contra as recentes proibições de livros ordenadas pelo conselho escolar local, relata o WHSV 3 .
Em 24 de janeiro, estudantes do ensino médio no condado de Rockingham organizaram manifestações e protestos pacíficos para protestar contra decisões tomadas por funcionários do conselho escolar. Em 9 de janeiro, o Conselho Escolar do Condado de Rockingham votou pela proibição temporária de 57 títulos diferentes nas bibliotecas das escolas públicas do condado por causa de “temas vulgares e materiais pornográficos”.
“Eles estão nos dizendo que não respeitam a nós, estudantes e indivíduos, e não confiam em nós para ler os livros e ditar o que queremos ler e ser maduros o suficiente para lidar com o conteúdo desses livros”, um aluno de East Rockingham High School disse em um dos protestos. “Mais da metade do tempo que estamos limitados é humilhante.”
Veja a lista de livros proibidos aqui .
Um tribunal federal de apelações bloqueou em 17 de janeiro uma lei do Texas que exigiria classificações de livreiros que lidam com bibliotecas escolares, relata a NBC News .
O 5º Tribunal de Apelações do Circuito dos EUA, com sede em Nova Orleans, concordou com um tribunal de primeira instância que considerou a lei inconstitucional e disse em sua decisão que o estado não poderia violar a Constituição.
“Concordamos com o Estado que tem interesse em proteger as crianças de materiais nocivos da biblioteca. Mas ‘nem [o Estado] nem o público têm qualquer interesse em fazer cumprir uma regulamentação que viole a lei federal’”, escreveu o tribunal de recurso.
A decisão proíbe a Agência de Educação do Texas de fazer cumprir a lei. A lei, aprovada no ano passado pela legislatura controlada pelos republicanos, teria forçado qualquer livreiro de escolas públicas a avaliar livros por conteúdo sexual. A lei gerou alertas de que sua linguagem ampla poderia levar clássicos como Romeu e Julieta, Of Mice and Men, Maus e I Know Why the Caged Bird Sings a serem banidos ou restringidos, de acordo com uma ação judicial movida por livreiros no ano passado.
“Este é um bom dia para livrarias, leitores e para a liberdade de expressão”, disseram os demandantes em comunicado conjunto.
Alarmado com as crescentes tentativas de censurar livros? Aqui estão cinco etapas que você pode seguir agora para proteger a liberdade de leitura.
Conteúdo original:
(Traduzido pelo google tradutor)
Nos últimos anos, a comunidade transgénero tem estado sob ataque e ameaçada com a violação dos seus direitos humanos. Desde a lei do banheiro de 2016 até a reversão em 2020 das proteções à saúde dos transgêneros por parte do governo federal, a comunidade trans e seus aliados têm lutado incansavelmente contra o preconceito.
As bibliotecas devem afirmar e apoiar ativamente a segurança e os direitos das pessoas trans.
Transgênero: “Um termo genérico para pessoas cuja identidade de gênero e/ou expressão de gênero difere do que é normalmente associado ao sexo que lhes foi atribuído no nascimento. Pessoas sob o guarda-chuva transgênero podem se descrever usando um ou mais de uma ampla variedade de termos – incluindo transgêneros.” ( GLAAD )
Identidade de gênero: “Nosso senso interno e profundamente arraigado de ser masculino, feminino, uma mistura de ambos, nenhum deles ou qualquer outra coisa. A identidade também inclui o nome que usamos para transmitir nosso gênero. A identidade de gênero pode corresponder ou diferir do sexo que nos é atribuído no nascimento. A linguagem que uma pessoa usa para comunicar a sua identidade de género pode evoluir e mudar ao longo do tempo, especialmente à medida que alguém ganha acesso a um vocabulário de género mais amplo.” ( Espectro de gênero )
Transição: “Transição é um termo comumente usado para se referir às etapas que um transgênero, Agênero ou pessoa não binária realiza para encontrar congruência em seu gênero. Mas este termo pode ser enganador, pois implica que a identidade de género da pessoa está a mudar e que há um momento em que isso acontece. Mais tipicamente, é a compreensão dos outros sobre o género da pessoa que muda. O que as pessoas vêem como uma “transição” é na verdade um alinhamento em uma ou mais dimensões do género do indivíduo à medida que procuram congruência entre essas dimensões. Está a ocorrer uma transição, mas muitas vezes são outras pessoas (pais e outros membros da família, profissionais de apoio, empregadores, etc.) que estão a fazer a transição na forma como veem o género do indivíduo, e não a própria pessoa. Para a pessoa, essas mudanças são muitas vezes menos uma transição e mais uma evolução.” ( Gender Spectrum )
Expressão de Gênero: “Este é o nosso gênero “público”. Como apresentamos nosso gênero no mundo e como a sociedade, a cultura, a comunidade e a família percebem, interagem e tentam moldar nosso gênero. A expressão de gênero também está relacionada aos papéis de gênero e como a sociedade utiliza esses papéis para tentar impor a conformidade com as normas de género actuais.” ( Espectro de gênero )
Não binário: “A maioria das pessoas – incluindo a maioria das pessoas transexuais – são homens ou mulheres. Mas algumas pessoas não se enquadram perfeitamente nas categorias de “homem” ou “mulher”, ou “homem” ou “mulher”. Por exemplo, algumas pessoas têm um gênero que combina elementos de ser homem ou mulher, ou um gênero diferente de masculino ou feminino. Algumas pessoas não se identificam com nenhum gênero. O gênero de algumas pessoas muda com o tempo.
Pessoas cujo gênero não é masculino ou feminino usam muitos termos diferentes para se descreverem, sendo não-binário um dos mais comuns. Outros termos incluem gênero queer, agênero, bigênero e muito mais. Nenhum destes termos significa exatamente a mesma coisa – mas todos falam de uma experiência de género que não é simplesmente masculina ou feminina.” ( Centro Nacional para a Igualdade de Transgéneros )
Além das sugestões abaixo, encorajamos você a explorar e contribuir plenamente com este guia, desenvolvido por Brett D. Currier e Tessa White, que cria atividades que os bibliotecários e suas instituições-mãe podem realizar para criar um ambiente mais inclusivo para estudantes trans. , funcionários e clientes.
Certifique-se de que o RH permita uma linguagem acolhedora para candidatos transgêneros. As perguntas nos formulários solicitando que os funcionários indiquem o gênero não devem incluir o termo “outro”.
Normalize os membros da equipe que se apresentam com seus pronomes.
Realize treinamentos EDI estrategicamente. Esses treinamentos não devem ser uma reação a um incidente e não devem ser pontuais.
Revise as políticas da biblioteca.
Promova oportunidades de dramatização para que a equipe responda a comentários inadequados. Quanto mais prática houver, melhor a equipe estará preparada para responder perguntas e comentários e, ao mesmo tempo, representar adequadamente a biblioteca.
Evite usar linguagem de gênero (senhoras e senhores, rapazes, carteiro, etc.)
Considere banheiros neutros em termos de gênero para os funcionários, bem como para conferências na biblioteca.
Remova perguntas em aplicativos de cartão de biblioteca que perguntem sobre gênero.
Tenha sinalização clara sobre o uso do banheiro.
Normalize usando o pronome “eles” ao falar sobre clientes. Não presuma conhecer os pronomes de alguém.
Faça parceria com grupos comunitários trans locais para fornecer recursos e hospedar programas.
Livros de destaque com personagens principais transgêneros de autores transgêneros. Esses livros devem incluir livros para todas as idades.
Preste atenção às necessidades das populações adicionalmente vulneráveis.
Muito obrigado à Rainbow Round Table da ALA pelo seu feedback na criação deste recurso.
Se você tiver algum comentário ou sugestão, envie um email para diversidade@ala.org .
Texto original:
https://www.ala.org/advocacy/diversity/librariesrespond/transgender-staff-patrons
Comemorando o 12 de Março Dia do Bibliotecário , resolvemos mostrar uma bilioteca da India, terra de Ranganathan
Quem se interessa pela cultura indiana pode ver mais informações da instituição em:
(traduzido pelo Google Tradutor)
Pular Prichard
Avaliar o progresso é complicado quando o ritmo da mudança está se acelerando. Mover muito rapidamente? Sua escolha pode se tornar obsoleta pelas mudanças de amanhã. Mover muito devagar? Você pode ser ultrapassado e ver sua relevância diminuída. Então, como saber se estamos no caminho certo?
Na OCLC, medimos onde estamos e para onde estamos indo contra esta pergunta: estamos ajudando as bibliotecas a conectar melhor as pessoas que atendem aos recursos de que precisam?
Essa abordagem é válida quando avaliamos as realizações anuais, definimos novas metas e fazemos planos para muito mais adiante.
Construímos e continuamos a melhorar a infraestrutura para conectar e enriquecer uma crescente rede global de bibliotecas que potencializa a colaboração, o aprendizado e a inovação em escala. Esses recursos de dados combinados e experiência em bibliotecas ajudam todas as bibliotecas a obter eficiências significativas e, ao mesmo tempo, causar maior impacto.
Então, a OCLC e suas bibliotecas-membro estão causando impacto hoje? Absolutamente. Dê uma olhada rápida em nosso relatório anual 2021/2022 para alguns exemplos, incluindo:
Há muito mais para comemorar e estou confiante de que os investimentos que fizemos refletem nossos valores de hoje. Mas como estamos planejando para amanhã?
Por mais de 15 anos , ajudamos a melhorar a visibilidade online das bibliotecas. Sabemos que isso é necessário porque, embora as bibliotecas façam um trabalho incrível para representar públicos locais específicos, todas elas competem com alternativas comerciais monolíticas e bem financiadas.
O WorldCat está no centro deste trabalho como a maior representação mundial de coleções de bibliotecas. Encorajo você a ler os pensamentos de Gina Winkler sobre o que isso significa para nossos membros e para o mundo das bibliotecas em geral. Quando cooperamos em uma fonte comum de dados – não apenas para registros e acervos, mas para uma ampla variedade de atividades de biblioteca – isso oferece muitas oportunidades para compartilhamento construtivo.
Nosso trabalho recente no WorldCat.org e nossos outros programas de visibilidade na web provam esse ponto. Ao investir neste recurso coletivo único, cada biblioteca participante ajuda todas as outras bibliotecas a atrair usuários para itens específicos, relevantes e exclusivos. Isso é extremamente importante. Embora cada biblioteca deva fazer o que é certo para seus usuários locais, a cooperação eleva todas as bibliotecas e permite que todos compartilhem equitativamente dos benefícios.
Pergunte a si mesmo: se a OCLC e suas bibliotecas-membro não estivessem fazendo isso, quem faria? Não há outra organização capaz de representar e promover a relevância da biblioteca nesta escala. Juntos, melhoramos a visibilidade e relevância para todas as bibliotecas e atraímos os usuários de volta para suas bibliotecas locais.
Depois que as pessoas descobrem as bibliotecas e seus recursos on-line, elas desejam uma experiência positiva com entrega e atendimento. Isso significa melhorar as ferramentas que permitem às bibliotecas catalogar, atualizar, compartilhar e manter os materiais mais relevantes. O WorldCat também ajuda aqui . Ao fornecer um registro compartilhado de acervos de bibliotecas e políticas de intercrédito, facilitamos o fluxo de materiais entre bibliotecas e nas mãos de pessoas em todo o mundo. Essas informações também fornecem um valioso suporte de decisão para as bibliotecas, para que possam adquirir, gerenciar e preservar os recursos mais relevantes para as necessidades locais.
Melhoramos a eficiência das atividades de gerenciamento local quando cooperamos globalmente para criar e compartilhar dados de alta qualidade. Um excelente exemplo dessa eficiência e cooperação é o programa de entrega digital Express . Ele usa a funcionalidade de atendimento inteligente combinada com o compromisso de trabalhar em conjunto para ajudar a levar os itens aos usuários em uma velocidade tremenda. É simples: cada funcionário produz mais quando pode contar com dezenas de milhares de colegas.
Para garantir um futuro melhor para as bibliotecas em todo o mundo, nossos investimentos contínuos no WorldCat abordam prioridades críticas:
Acreditamos que trabalhar em conjunto melhora a presença global de todas as bibliotecas e a capacidade de cada biblioteca de oferecer um serviço incrível localmente. É um ciclo virtuoso que já dura mais de 50 anos. Investimos pesadamente em nossa infra-estrutura principal e atividades de associação. E vamos seguindo firmes nesse caminho. Ao mesmo tempo, estamos focados em dar a mais bibliotecas a chance de participar enquanto trabalhamos para atrair muitos milhões de pessoas aos recursos e programas essenciais que as bibliotecas oferecem.
Será que nos servirá para mais 50? Acredito que sim — se formos ousados em nossos planos e compromissos um com o outro. Muitas organizações e empresas de tecnologia dizem estar de olho no futuro. Normalmente, é uma fatia de tempo relacionada aos lucros do próximo trimestre ou à receita do próximo ano. Mas o futuro a que aspiramos é aquele que dura muito mais tempo. E é algo que podemos alcançar apenas trabalhando com e em nome das bibliotecas. Porque nossos objetivos mais elevados não são medidos em trimestres ou anos, mas em vidas e gerações.